Discutir as evidências e os assuntos relevantes na Fisioterapia Traumato-Ortopédica
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Instrumentação em Biomecânica
terça-feira, 17 de maio de 2011
Diclofenaco e Paracetamol nas Entorses de Tornozelo


sexta-feira, 13 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Altura Patelar
Nos indivíduos não atletas as causas predisponentes da lesão podem ser o aumento do ângulo Q, a altura patelar, torção tibial externa, torção femoral interna, instabilidades femuro-patelares e pronação do pé (Aglietti,1983). Nos atletas a causa mais comum é o atrito entre o ápice da patela e a face posterior do tendão patelar.
Artigo publicado na revista Acta Ortophedica Brasileira teve como objetivo avaliar a altura patelar em atletas com tendinopatia crônica. Para isso foram avaliados 65 atletas e divididos em dois grupos (com e sem lesão).Todos praticavam atividades esportivas regulares. A altura patelar foi medida de acordo com dois métodos (figura abaixo).

O grupo de atletas com a tendinopatia crônica apresentou patela alta e média de altura patelar significativamente maior que o grupo controle, mostrando uma relação direta entre patela alta e tendinopatia crônica. Isto mostra a complexidade das causas das lesões musculoesqueléticas, existe uma causa motora, muscular mas também, pelo menos é o que parece, uma causa estrutural. O autor não comenta neste caso qual a intervenção necessária. O trabalho multi disciplinar é fundamental, como é também a necessidade de mais estudos de busca das causas e de formas de tratamento.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Alongamento

quinta-feira, 31 de março de 2011
Diferenças Biomecânicas
Dentre estes fatores, o que a Fisioterapia efetivamente pode intervir são os fatores biomecânicos. Com o intuito de apresentar os resultados de estudos que tentaram verificar as diferenças biomecânicas dos membros inferiores entre os gêneros, o artigo plublicado pela Revista Fisioterapia em movimento apresenta uma revisão sobre o assunto muito interessante. O artigo também propõe como atuar frente a estas desordens, com o objetivo de prevenir futuras lesões.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Estabilização Segmentar
Exercícios de estabilização segmentar é uma técnica utilizada para tratar as disfunções da coluna vertebral, e parte do principio que a estabilidade dos segmentos da coluna consiste da interação de três sistemas distintos(Panjabi,1992):- Passivo: ligamentos, tendões e vértebras;
- Ativo: Músculos;
- Neural.
Ambos os sistemas trabalham em sinergia e a disfunção em um deles compromete a estabilidade vertebral. A estabilização segmentar, baseada em diversos estudos, divide o sistema muscular em dois segmentos, os músculos superficiais e os profundos. Os exercícios realizados respeitam esta divisão, e as evidências encontradas em revisões sistemáticas na literatura, apontam a maior eficiência da estabilização quando comparado com os exercícios de fortalecimento tradicionais (Van Tulder,2000 e Ferreira, 2006).
É IMPORTANTE LEMBRAR QUE ESTE TIPO DE ESTUDO POSSUI UMA FALHA, POIS NÃO APRESENTAM GRUPO CONTROLE, ISTO IMPEDE QUE PODEMOS CONCLUIR QUE OS EXERCÍCIOS SÃO REALMENTE MAIS EFETIVOS QUE QUALQUER OUTRA MODALIDADE TERAPÊUTICA, PORÉM NÃO INVÁLIDA COMO REFERÊNCIA PARA A PRATICA CLÍNICA E PRINCIPALMENTE PARA FUTURAS PESQUISAS.
Texto Completo
terça-feira, 15 de março de 2011
Efeitos da Imobilização
As entorses de tornozelo são as lesões músculo-esqueléticas mais comuns, sendo o movimento de inversão a principal causa. O tratamento pode ser cirúrgico, mas na maioria dos casos é conservador. O tratamento conservador envolve o tratamento farmacológico, PRICE*, cinesioterapia e imobilização.Trabalho publicado na Revista Brasileira de Medicina do Esporte em 2010 teve como objetivo analisar as adaptações dos músculos flexores plantares e dorsais do tornozelo de indivíduos submetidos a 14 dias de imobilização após entorse. Foram recrutados 11 sujeitos com entorse grau II (Wexler), onde há estiramento dos ligamentos sem ruptura total e dor e edema moderados, que ficaram imobilizados por duas semanas deambulando com carga parcial (2 muletas). A avaliação dos sujeitos constou de: Perimetria, ADM, torque isométrico máximo e atividade Eletromiográfica.

Obs.: A comparação foi feita com o membro saudável contra lateral.
Os resultados do estudo mostram redução da circunferência nas regiões proximais da perna, da ADM de flexão plantar e dorsal, do torque isométrico máximo e do sinal EMG do tibial anterior em todos os ângulos de movimento.
Este estudo mostra que há uma redução na capacidade de produção de força mesmo após um período curto de imobilização, observação que deve ser levado em conta pelo profissional durante a reabilitação dos pacientes imobilizados.Texto Completo
*PRICE: Proteção, repouso, gelo, compressão e elevação.
quarta-feira, 9 de março de 2011
SPADI
quarta-feira, 2 de março de 2011
SDPF e Eletroestimulação
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Propriocepção do Joelho
- Estudos morfológicos anatômicos: Identificam mecanorreceptores;
- Avaliação Neurofisiológica;
- Avaliação clínica: Sentido da posição estática, sentido da velocidade do movimento (Cinestesia) e equilíbrio postural.
Por que avaliar a propriocepção?
A quantificação dos deficits proprioceptivos é importante para avaliar as lesões articulares, para tomar as decisões de tratamento, o tipo de reconstrução cirúrgica e a eficácia da reabilitação (Cachupe WJC, 2001).
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
AJPMR_Março de 2011
Exercícios Resistidos I
A regulação da força pode ocorrer de duas formas:- Aumento do recrutamento das unidades motoras (UMs): Quanto maior o número de UMs recrutadas maior a força. Se todas as UMs forem recrutadas a força máxima do músculo terá sido desenvolvida.
- Aumento da frequência do estímulo: Quanto maior a frequência maior a força.
Tipos de contração muscular:
- Isotônica: O músculo aumenta a tensão muscular e altera seu comprimento, se o comprimento aumenta a contração é excêntrica se diminui, a contração é concêntrica.
- Isométrica: Aumento de tensão sem alterar o comprimento.
Mecânica da contração muscular:
- Contração lenta: Fibras vermelhas, tônicas e oxidativas, sendo mais adequadas em atividades de resistência (Tipo I).
- Fibras de contração rápida: Fibras brancas, fásicas e glicolíticas, são destinadas a esforços de curta duração e intensidade alta. São chamadas de fibras do tipo II e podem ser divididas em IIa e IIb. As fibras IIa são intermediárias entre a lenta e rápida.
O treinamento pode levar a conversões de tipos de fibra IIa para IIb, porém não está claro se há conversão do tipo I para o tipo II (Kramer, 2002).
Exercícios resistidos II - Adaptações Neurais (Breve)
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Força Muscular X Mulheres
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Imunosenescência e Exercício Físico
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Treinamento Aeróbio X Hipertensão

Texto Completosegunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Mobilização Neural X Alongamento Muscular
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Biomecânica
Qual a força que os Eretores da Espinha devem fazer nas 3 posições?Lc = 44 cm;
Massa do tronco = 37 Kg;
d = 4 cm;
g = 9,81 m/s2
Resposta:
Fe * d - mg*Lc*sen x = 0
Fe = 2823 N (para um x=45º)
Fe = 3993 N (para um x=90º)
Fe= 2823 N (para um x=135º)
Pelos resultados encontrados, o Eretor da Espinha é capaz de gerar forças que são 4 vezes o peso do corpo, músculos pequenos que não pesam mais que 1 Kg. Se não entendeu como chegar ao resultado, envie um comentário, participe.

