quinta-feira, 19 de maio de 2011

Instrumentação em Biomecânica

Diversas são as ferramentas e instrumentações utilizadas na biomecânica desportiva, como as plataformas de força e equilíbrio, os eletrogoniometros e eletromiográfos. Selecionei um artigo interessante publicado em 2007 no Journal of Human Sport and Exercise, que faz um levantamento e uma breve explicação de muitos instrumentos utilizados na biomecânica.




terça-feira, 17 de maio de 2011

Diclofenaco e Paracetamol nas Entorses de Tornozelo

As lesões de tornozelo são comuns na pratica esportiva. pode ser classificada em 3 tipos de acordo com os sintomas e a integridade dos ligamentos. Causa dor e restrição da ADM o que leva a um prejuízo da função. Na reabilitação deste tipo de lesão, é importante a recuperação completa da ADM para o retorno a pratica esportiva.


Diversos estudos tem utilizado o Diclofenaco e Paracetamol logo após a lesão, como anti-inflamatório e analgésico, porém sua influência na ADM passiva e ativa do tornozelo durante a reabilitação ainda não foi estudado. Artigo publicado no Journal of Human Sport e Exercise procurou avaliar justamente esta relação. Porém o estudo não revelou nenhuma diferença significativa do Diclofenaco em comparação com o Paracetamol na diminuição dor e na melhora ADM passiva e ativa. Outros estudos são necessários para a avaliação a longo prazo, já que este estudo limitou a um período inicial de tratamento (3º e 10º dia após a lesão).




quinta-feira, 28 de abril de 2011

Tendinopatias do Joelho

Altura Patelar

A tendinopatia crônica do aparelho extensor do joelho é uma das patologias mais comuns em atletas, que pode inclusive levar ao afastamento de suas atividades esportivas.. É definida como uma condição de sobrecarga crônica do mecanismo extensor do joelho decorrentes de traumas repetitivos.


Nos indivíduos não atletas as causas predisponentes da lesão podem ser o aumento do ângulo Q, a altura patelar, torção tibial externa, torção femoral interna, instabilidades femuro-patelares e pronação do pé (Aglietti,1983). Nos atletas a causa mais comum é o atrito entre o ápice da patela e a face posterior do tendão patelar.


Artigo publicado na revista Acta Ortophedica Brasileira teve como objetivo avaliar a altura patelar em atletas com tendinopatia crônica. Para isso foram avaliados 65 atletas e divididos em dois grupos (com e sem lesão).Todos praticavam atividades esportivas regulares. A altura patelar foi medida de acordo com dois métodos (figura abaixo).


O grupo de atletas com a tendinopatia crônica apresentou patela alta e média de altura patelar significativamente maior que o grupo controle, mostrando uma relação direta entre patela alta e tendinopatia crônica. Isto mostra a complexidade das causas das lesões musculoesqueléticas, existe uma causa motora, muscular mas também, pelo menos é o que parece, uma causa estrutural. O autor não comenta neste caso qual a intervenção necessária. O trabalho multi disciplinar é fundamental, como é também a necessidade de mais estudos de busca das causas e de formas de tratamento.


Artigo completo

terça-feira, 19 de abril de 2011

Alongamento

Será que o calor ou frio interfere na flexibilidade dos músculos quando aplicado antes dos exercícios de alongamento? Foi justamente isto que procurou responder artigo publicado na Revista Motricidade de dezembro de 2010.

Teoricamente, o uso do calor antes dos exercícios de alongamento promoveria um ganho maior de flexibilidade pois acarretaria um aumento na extensibilidade das fibras colágenas, uma diminuição da viscosidade e tensão tecidual, favorecendo o relaxamento das propriedades mecânicas do músculo. O frio por sua vez, provocaria menor sensação de desconforto e dor durante a execução do alongamento o que permitiria uma tensão maior e maior eficiência.


Participaram do estudo 40 jovens divididos em 4 grupos: 1º)- Grupo controle: Não realizou nenhuma manobra; 2º)- Grupo 2: Alongamento estático por 3 minutos durante 5 dias; 3º)- Grupo 3: Alongamento precedido de calor por ondas curtas e 4º)- Grupo 4: Alongamento precedido por crioterapia. Ambos os grupos de intervenção aumentaram a flexibilidade dos isquiotibiais, porém sem diferença estatística entre os grupos. Podemos concluir, que o alongamento estático promove aumento da flexibilidade independentemente do uso de recursos térmicos.


quinta-feira, 31 de março de 2011

Diferenças Biomecânicas

Inúmeras pesquisas tem sido feitas com o objetivo de determinar o porque as mulheres apresentam uma incidência de lesões no joelho maior que os homens. Os fatores que predispõe a mulher a desenvolver as lesões são:

1)-Anatômicos;

2)-Hormonais;

3)-Biomecânicos.

Dentre estes fatores, o que a Fisioterapia efetivamente pode intervir são os fatores biomecânicos. Com o intuito de apresentar os resultados de estudos que tentaram verificar as diferenças biomecânicas dos membros inferiores entre os gêneros, o artigo plublicado pela Revista Fisioterapia em movimento apresenta uma revisão sobre o assunto muito interessante. O artigo também propõe como atuar frente a estas desordens, com o objetivo de prevenir futuras lesões.


Artigo Completo-Muito bom

quarta-feira, 23 de março de 2011

Estabilização Segmentar

Exercícios de estabilização segmentar é uma técnica utilizada para tratar as disfunções da coluna vertebral, e parte do principio que a estabilidade dos segmentos da coluna consiste da interação de três sistemas distintos(Panjabi,1992):



  • Passivo: ligamentos, tendões e vértebras;
  • Ativo: Músculos;
  • Neural.

Ambos os sistemas trabalham em sinergia e a disfunção em um deles compromete a estabilidade vertebral. A estabilização segmentar, baseada em diversos estudos, divide o sistema muscular em dois segmentos, os músculos superficiais e os profundos. Os exercícios realizados respeitam esta divisão, e as evidências encontradas em revisões sistemáticas na literatura, apontam a maior eficiência da estabilização quando comparado com os exercícios de fortalecimento tradicionais (Van Tulder,2000 e Ferreira, 2006).

Com o objetivo de comparar a efetividade dos exercícios de estabilização, pesquisadores da UNIVAP, publicaram um estudo realizado com 12 mulheres jovens com dor lombar inespecífica e concluíram que os exercícios foram efetivos na redução da dor e da incapacidade funcional.

É IMPORTANTE LEMBRAR QUE ESTE TIPO DE ESTUDO POSSUI UMA FALHA, POIS NÃO APRESENTAM GRUPO CONTROLE, ISTO IMPEDE QUE PODEMOS CONCLUIR QUE OS EXERCÍCIOS SÃO REALMENTE MAIS EFETIVOS QUE QUALQUER OUTRA MODALIDADE TERAPÊUTICA, PORÉM NÃO INVÁLIDA COMO REFERÊNCIA PARA A PRATICA CLÍNICA E PRINCIPALMENTE PARA FUTURAS PESQUISAS.

Texto Completo

terça-feira, 15 de março de 2011

Efeitos da Imobilização

As entorses de tornozelo são as lesões músculo-esqueléticas mais comuns, sendo o movimento de inversão a principal causa. O tratamento pode ser cirúrgico, mas na maioria dos casos é conservador. O tratamento conservador envolve o tratamento farmacológico, PRICE*, cinesioterapia e imobilização.

A imobilização pode levar a uma redução da função neuromuscular, isto é, redução da força, do volume, da atividade elétrica do músculo e da concentração de fibras lentas oxidativas, além de alterações na relação força-comprimento dependendo do tipo e do tempo de imobilização realizada. Todas essas alterações repercutem de forma negativa na realização da função protetora do músculo e dos tecidos que envolvem a articulação, ou seja, os mecanismos de defesa estariam prejudicados e a possibilidade de lesões recorrentes aumentada.

Trabalho publicado na Revista Brasileira de Medicina do Esporte em 2010 teve como objetivo analisar as adaptações dos músculos flexores plantares e dorsais do tornozelo de indivíduos submetidos a 14 dias de imobilização após entorse. Foram recrutados 11 sujeitos com entorse grau II (Wexler), onde há estiramento dos ligamentos sem ruptura total e dor e edema moderados, que ficaram imobilizados por duas semanas deambulando com carga parcial (2 muletas). A avaliação dos sujeitos constou de: Perimetria, ADM, torque isométrico máximo e atividade Eletromiográfica.

Obs.: A comparação foi feita com o membro saudável contra lateral.

Os resultados do estudo mostram redução da circunferência nas regiões proximais da perna, da ADM de flexão plantar e dorsal, do torque isométrico máximo e do sinal EMG do tibial anterior em todos os ângulos de movimento.

Este estudo mostra que há uma redução na capacidade de produção de força mesmo após um período curto de imobilização, observação que deve ser levado em conta pelo profissional durante a reabilitação dos pacientes imobilizados.Texto Completo

*PRICE: Proteção, repouso, gelo, compressão e elevação.

quarta-feira, 9 de março de 2011

SPADI

Tão importante quanto o diagnóstico clínico, é saber qual a repercussão da patologia na qualidade de vida da pessoa, contribuindo para facilitar o terapeuta na tomada de decisões clínicas. Os questionários de avaliação funcional são importantes para este objetivo.
Para evitar a proliferação de questionários de avaliação, incentiva-se a tradução, adaptação cultural e validação de ferramentas criadas em outras línguas. O Shoulder Pain and Disability Index (SPADI) é uma destas ferramentas que foram criadas com o objetivo de avaliar a dor e a incapacidade das disfunções do ombro. O SPADI consiste de 13 itens distribuídos no domínio da dor e de função, sendo cada item pontuado de 0 a 10, onde a pontuação final obtida é convertida em percentagem.
Artigo publicado na Revista Brasileira de Fisioterapia teve como objetivo traduzir e adaptar culturalmente o SPADI para o lingua portuguesa e analisar a sua confiabilidade em diferentes condições musculoesqueléticas dolorosas específicas do complexo articular do ombro. Os autores do estudo concluíram que a tradução se mostrou uma ferramenta confiável para avaliação da qualidade de vida dos portadores de disfunções musculoesqueleticas do complexo do ombro.

quarta-feira, 2 de março de 2011

SDPF e Eletroestimulação

A hipótese mais aceita para explicar a dor anterior causada pelo mau alinhamento patelar, também chamado de Síndrome de Disfunção Patelo Femural (SDPF), é o desequilíbrio muscular entre o vasto medial obliquo (VMO) e vasto lateral (VL). Nos tratamentos conservadores da síndrome a estimulação elétrica é uma boa alternativa. Um estudo publicado na Revista Brasileira de Fisioterapia verificou a eficácia de um programa de fortalecimento muscular através da eletroestimulação, utilizando a eletromiografia de superfície (EMG). Participaram do estudo 10 mulheres com diagnóstico médico de SDPF. O programa de fortalecimento foi realizado 3 vezes por semana durante 18 semanas e a corrente utilizada foi uma bipolar assimétrica, com largura de pulso de 0,5 milisegundos e frequência de 50 Hz. A duração inicial foi de 7 minutos progredindo até 30 minutos. Os resultados do estudo mostraram que não houve alteração do controle motor relativo ao momento em que os músculos foram ativados, mas houve uma melhora na capacidade de gerar força do VMO após a estimulação, o que mostrou ser eficiente na melhora da dor e da capacidade funcional reforçando portanto, que a eletroestimulação deve ser utilizada como tratamento conservador para a síndrome.
Um ponto interessante do texto do trabalho são os critérios de inclusão do estudo, que pode ser utilizado como critérios para o diagnóstico da síndrome na prática clínica.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Propriocepção do Joelho

Qual a melhor forma de avaliar a propriocepção no joelho?

Artigo publicado na Actafisiatrica faz uma revisão que objetiva identificar as técnicas utilizadas para avaliar a propriocepção no joelho e estabelecer qual seria a melhor. Segundo os autores não há um consenso na literatura qual a melhor técnica pois a maioria dos resultados publicados são contraditórios.
Existem diversas maneiras de mensurar o controle neuromuscular:
  1. Estudos morfológicos anatômicos: Identificam mecanorreceptores;
  2. Avaliação Neurofisiológica;
  3. Avaliação clínica: Sentido da posição estática, sentido da velocidade do movimento (Cinestesia) e equilíbrio postural.

Por que avaliar a propriocepção?

A quantificação dos deficits proprioceptivos é importante para avaliar as lesões articulares, para tomar as decisões de tratamento, o tipo de reconstrução cirúrgica e a eficácia da reabilitação (Cachupe WJC, 2001).

Artigo Completo

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

AJPMR_Março de 2011

Revisão sistemática publicada na mais recente edição da American Journal of Physical Medicine and Reabilitation, sugere que o uso de ortese (Brace) nos joelhos varos ou valgos, e nos pés de pacientes idosos com osteoartrite são eficazes na redução da dor, na diminuição da rigidez articular, na diminuição da dosagem de medicamentos. Há também uma melhora na propriocepção, equilibrio e diminuição na limitação funcional. Os autores sugerem que os braces Knee e ortoses nos pés podem ser empregadas no tratamento conservador destes pacientes.
Texto completo pago

Exercícios Resistidos I

Força muscular é a capacidade de exercer tensão muscular contra uma resistência, superando, sustentando ou cedendo a ela (Guedes, 1997). Já exercício resistido pode ser definido como o conjunto dos processos e meios que levam ao aumento e aperfeiçoamento da força muscular, associada ou não a outra qualidade física (Lambert, 1987).A regulação da força pode ocorrer de duas formas:
  1. Aumento do recrutamento das unidades motoras (UMs): Quanto maior o número de UMs recrutadas maior a força. Se todas as UMs forem recrutadas a força máxima do músculo terá sido desenvolvida.

  2. Aumento da frequência do estímulo: Quanto maior a frequência maior a força.

Tipos de contração muscular:

  1. Isotônica: O músculo aumenta a tensão muscular e altera seu comprimento, se o comprimento aumenta a contração é excêntrica se diminui, a contração é concêntrica.

  2. Isométrica: Aumento de tensão sem alterar o comprimento.

Mecânica da contração muscular:

Tipos de Fibras:
  1. Contração lenta: Fibras vermelhas, tônicas e oxidativas, sendo mais adequadas em atividades de resistência (Tipo I).
  2. Fibras de contração rápida: Fibras brancas, fásicas e glicolíticas, são destinadas a esforços de curta duração e intensidade alta. São chamadas de fibras do tipo II e podem ser divididas em IIa e IIb. As fibras IIa são intermediárias entre a lenta e rápida.

O treinamento pode levar a conversões de tipos de fibra IIa para IIb, porém não está claro se há conversão do tipo I para o tipo II (Kramer, 2002).

Exercícios resistidos II - Adaptações Neurais (Breve)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Força Muscular X Mulheres

Estudo publicado na Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano comparou a influência da idade na massa muscular e força muscular nos membros superiores e inferiores nas mulheres com idade entre 40 e 60 anos, e concluiu que as mulheres apresentaram menores valores de massa e força musculares a partir da 5ª década de vida, o que poderia explicar a menor força nestes indivíduos. A diminuição da força nos MMII é fator de risco para doenças articulares, quedas e limitação funcional.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Imunosenescência e Exercício Físico

O processo de envelhecimento causa alterações fisiológicas, morfológicas e funcionais, tornando o individuo mais susceptível a doenças que afetam a qualidade de vida do idoso. Diversos são os sistemas que sofrem danos com o tempo, entre eles podemos citar o sistema imune, o que faz com que o idoso tenha maior probabilidade de adquirir infecções, diminuição da resposta fisiológica aos tratamentos já iniciados, maior risco de doenças não transmissíveis como a diabetes, a aterosclerose e o câncer.
A pratica regular de atividade física tem demonstrado ser um importante recurso na diminuição dos efeitos do envelhecimento nos diversos sistemas fisiológicos. Especificamente no sistema imune, o exercício parece reduzir os níveis de mediadores pró-inflamatorio e aumentar os anti-inflamatórios promovendo uma proteção importante contra diversas doenças crônicas.
O artigo IMUNOSENESCÊNCIA E EXERCÍCIO FÍSICO, publicado na Educação Física em Revista, faz uma interessante revisão sobre a relação entre a pratica regular de atividade física e as respostas do sistema imunológico, mostrando importantes benefícios.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Treinamento Aeróbio X Hipertensão

Diversos estudos mostram que apenas 1/3 dos pacientes hipertensos que estão em tratamento alcançam níveis pressóricos considerados normais, em torno de 140X90 mmHg. Isto ocorre porque o tratamento está focado na medicação, pouco se faz com a alimentação e com a pratica diária de exercícios. O exercício aerobio por exemplo, pode reduzir significativamente a pressão arterial, além de melhorar a qualidade de vida de quem pratica. É importante dizer que não só a atividade aeróbia consegue este feito mas também OS EXERCÍCIOS DE FORÇA.
Por isso vale a pena conferir a revisão publicada na Revista Ciência e Movimento sobre o assunto. Nós fisioterapeutas, profissionais da área de saúde, lidamos diariamente com um significativo número de pacientes hipertensos, por isso temos obrigação de sermos instrumentos de prevenção e promoção da saúde.
Texto Completo

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Mobilização Neural X Alongamento Muscular

Estudo publicado na Fisioterapia e Movimento realizou uma comparação entre a mobilização neural (MN) e o alongamento muscular em pacientes portadores de lombalgia crônica. Segundo os resultados ambos as técnicas obtiveram resultados significativos na melhora da dor, da flexibilidade e das atividades funcionais.
Os autores do trabalho concluem que ambos os recursos terapêuticos foram eficazes, mas a mobilização neural apresentou resultados mais significativos. Cuidado com este tipo de conclusão, se não houve diferença estatística, não há relevância clínica, ou seja, não existe diferença nos resultados e não há resultados mais expressivos. A análise estatística serve para demonstrar a diferença entre os dois procedimentos, se na análise não ocorreu diferença estatisticamente significativa, o efeito de ambos são rigorosamente iguais. Um outro ponto importante é que o estudo não usou um grupo controle, por isso quem garante que se as pessoas durante estas 20 sessões não tivessem feito nada, também não iriam melhorar?
Fiquem de olho nas referências do trabalho, não é uma boa estratégia usar LIVRO como referência, o correto é usar artigos de boa qualidade metodológica.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Biomecânica

Qual a força que os Eretores da Espinha devem fazer nas 3 posições?
Lc = 44 cm;
Massa do tronco = 37 Kg;
d = 4 cm;
g = 9,81 m/s2

Resposta:

Fe * d - mg*Lc*sen x = 0

Fe = 2823 N (para um x=45º)
Fe = 3993 N (para um x=90º)
Fe= 2823 N (para um x=135º)

Pelos resultados encontrados, o Eretor da Espinha é capaz de gerar forças que são 4 vezes o peso do corpo, músculos pequenos que não pesam mais que 1 Kg. Se não entendeu como chegar ao resultado, envie um comentário, participe.